A denúncia do presidente do Juazeiro, Eládio Júnior, de que os jogadores do clube teriam recebido incentivo financeiro do Serrano pode melar...
A denúncia do presidente do Juazeiro, Eládio Júnior, de que os jogadores do clube teriam recebido incentivo financeiro do Serrano pode melar o Campeonato Baiano. O caso será julgado pelo Tribunal de Justiça da Bahia e pode ter consequências drásticas.
De acordo com o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), em seu artigo 242, é infração “dar ou prometer vantagem indevida a membro de entidade desportiva, dirigente, técnico, atleta ou qualquer pessoa [...] para que, de qualquer modo, influencie o resultado de partida, sob pena de eliminação e multa que pode variar de R$ 100 a R$ 100 mil.
Segundo o presidente do Juazeiro, o Serrano pagou R$ 6 mil para a equipe vencer ou empatar com o Camaçari. “Achei uma atitude decente porque ele procurou a diretoria do Juazeiro. Nós o levamos no vestiário para ele se comprometer com os atletas e garantir que no resultado de empate ou vitória ele estaria ali com o dinheiro para poder dar a gratificação”, afirmou.
O dirigente reclamou ainda de uma investida do Fluminense de Feira, que teria procurado diretamente os jogadores. “Isso não é a forma mais correta, mais simpática, mais ética de se tratar o futebol. Não sei quem foi do Fluminense, mas foi muito feliz, porque isso provoca um desarranjo interno, já que a gente não concorda com qualquer decisão que não seja passada pela diretoria”, comentou.
O presidente do Serrano, no entanto, negou que tenha pago o incentivo. Segundo Hebert Andrade, a ‘mala branca’ poderia ter sido paga por “alguém que gosta muito do Serrano. Estamos insentos”.
Fonte: Tribuna da Bahia


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