Habituada a competir em várias partes do mundo, a cada temporada, Beatriz Ferreira sabe que o melhor lugar para passar férias é em casa. Con...
Habituada a competir em várias partes do mundo, a cada temporada, Beatriz Ferreira sabe que o melhor lugar para passar férias é em casa. Contando com a reciprocidade da família, a baiana campeã mundial de boxe desembarcou nesta quarta-feira, 11, no aeroporto de Salvador, onde teve uma recepção à altura da saudade provocada pelos dois anos longe dos parentes.
Chegou aplaudida e carregando o peso da fama e de troféus e medalhas, que só nesta temporada foram 37, como ela mesmo destacou. “Este ano fiz 37 lutas e ganhei 37 medalhas, só uma de prata o resto tudo ouro. Estou colecionando ouro. Esta é a meta”, celebrou Bia.
A campeão mundial e Pan-Americana da categoria até 60k veio direto do Rio de Janeiro, onde faturou o título inédito de melhor atleta do ano na 21ª edição do Prêmio Brasil Olímpico. No evento organizado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), ela superou a também baiana Ana Marcela, da maratona aquática, e a esgrimista Nathalie Moellhausen.
Já a premiação masculina coube ao ginasta Arthur Nory, que venceu o canoísta baiano Isaquias Queiroz e o surfista paulista Gabriel Medina. “Atleta não enjoa de ganhar ouro e títulos. A gente tem que ser ambiciosa, porque atleta é movido a emoção e a ouro”, afirmou a pugilista, recebida pela mãe, Suzana Soares e a irmã, Samira.
Além do técnico Luiz Carlos Dórea e o filho, Luiz Dórea, com quem treinará na capital baiana no período de recesso, que vai até o dia 23 deste mês. O último título do ano no Rio, veio como presente de aniversário. Na segunda, 9, ela completou 27 anos, que deixou para comemorar na Bahia.
“Espero que venha a minha filha Bia, antes da atleta. Aquela filha simples, de hábitos simples, que pediu para comer moqueca de ovo quando chegasse”, revelou a mãe, Suzana Soares, garota-propaganda do supermercado Assaí em publicidade exibida nas estações do metrô de Salvador.
Suzana contou ter preparado a moqueca ontem mesmo, mas pediu prazo até o final de semana para realizar o desejado bolo de maracujá com cobertura de chocolate, pedido por Bia de aniversário. Com a irmã e atriz Samira, de 17 anos, Bia topou o desafio de aprender a arte da interpretação nas horas vagas que terá em Salvador para em troca ensinar a arte de lutar.
O último obstáculo no caminho da baiana Beatriz Ferreira para garantir presença em Tóquio 2020 é o torneio Pré-Olímpico de Boxe, em março, na Argentina.
“Vou dar uma respirada nesta semana, dar uma baixada nos treinos. Aproveitar para matar a saudade de todos, mas mantendo a forma, cuidando da parte física para não chegar em janeiro estourada”, explicou a lutadora.
Ela acertou com o técnico Luiz Dórea uma assistência durante o recesso, para manter-se na ativa. “Como meu pai (Raimundo Ferreira, técnico principal não veio, tenho na Champion o treinamento com Dórea”, completou a lutadora, cuja atenção está nos Jogos Olímpicos.
Bia Ferreira terá como principal competição um torneio na Argentina, em março do ano que vem, para garantir a vaga para os Jogos Olímpicos. Se não passar nessa seletiva, terá uma derradeira oportunidade no Pré-olímpico Mundial, em maio de 2020.
By Atarde
Chegou aplaudida e carregando o peso da fama e de troféus e medalhas, que só nesta temporada foram 37, como ela mesmo destacou. “Este ano fiz 37 lutas e ganhei 37 medalhas, só uma de prata o resto tudo ouro. Estou colecionando ouro. Esta é a meta”, celebrou Bia.
A campeão mundial e Pan-Americana da categoria até 60k veio direto do Rio de Janeiro, onde faturou o título inédito de melhor atleta do ano na 21ª edição do Prêmio Brasil Olímpico. No evento organizado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), ela superou a também baiana Ana Marcela, da maratona aquática, e a esgrimista Nathalie Moellhausen.
Já a premiação masculina coube ao ginasta Arthur Nory, que venceu o canoísta baiano Isaquias Queiroz e o surfista paulista Gabriel Medina. “Atleta não enjoa de ganhar ouro e títulos. A gente tem que ser ambiciosa, porque atleta é movido a emoção e a ouro”, afirmou a pugilista, recebida pela mãe, Suzana Soares e a irmã, Samira.
Além do técnico Luiz Carlos Dórea e o filho, Luiz Dórea, com quem treinará na capital baiana no período de recesso, que vai até o dia 23 deste mês. O último título do ano no Rio, veio como presente de aniversário. Na segunda, 9, ela completou 27 anos, que deixou para comemorar na Bahia.
“Espero que venha a minha filha Bia, antes da atleta. Aquela filha simples, de hábitos simples, que pediu para comer moqueca de ovo quando chegasse”, revelou a mãe, Suzana Soares, garota-propaganda do supermercado Assaí em publicidade exibida nas estações do metrô de Salvador.
Suzana contou ter preparado a moqueca ontem mesmo, mas pediu prazo até o final de semana para realizar o desejado bolo de maracujá com cobertura de chocolate, pedido por Bia de aniversário. Com a irmã e atriz Samira, de 17 anos, Bia topou o desafio de aprender a arte da interpretação nas horas vagas que terá em Salvador para em troca ensinar a arte de lutar.
De olho em Tóquio 2020
O último obstáculo no caminho da baiana Beatriz Ferreira para garantir presença em Tóquio 2020 é o torneio Pré-Olímpico de Boxe, em março, na Argentina.
“Vou dar uma respirada nesta semana, dar uma baixada nos treinos. Aproveitar para matar a saudade de todos, mas mantendo a forma, cuidando da parte física para não chegar em janeiro estourada”, explicou a lutadora.
Ela acertou com o técnico Luiz Dórea uma assistência durante o recesso, para manter-se na ativa. “Como meu pai (Raimundo Ferreira, técnico principal não veio, tenho na Champion o treinamento com Dórea”, completou a lutadora, cuja atenção está nos Jogos Olímpicos.
Bia Ferreira terá como principal competição um torneio na Argentina, em março do ano que vem, para garantir a vaga para os Jogos Olímpicos. Se não passar nessa seletiva, terá uma derradeira oportunidade no Pré-olímpico Mundial, em maio de 2020.
By Atarde


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